Depois que o contato expande
Que a pressão desliza em plumas
Expirar
Nossa fibra enlaça e pulsa
Faz-se efervescentemente
Como aspirina no copo
A crepitar.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
SOBRE A TRANSIÇÃO DE MILSON
Pouco mais de um mês de convivência musical e amizade sincera com esse cara super gente boa,um músico completo...A vida tem dessas coisas,mas o aprendizado dessa convivência continua.Brigadão,parceiro,por tudo que você me proporcionou.
Fique na paz de Deus e nos sons que você ensinou a perceber com a alma...
Fique na paz de Deus e nos sons que você ensinou a perceber com a alma...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
COISAS DAS ANTIGAS
MEU 1º micro-CONTO
Na hora de piscar pra ela,a poeira se levantou.Matava cachorro a grito,e o grito,Cachorro,fincou-me em suas presas.
***
Topei,caí,sem meu consentimento
A pedra se me apresentou defronte
Ela teve agudo arrependimento
Foi-se chorando no éter do horizonte
(Lázaro Antonio)
A pedra se me apresentou defronte
Ela teve agudo arrependimento
Foi-se chorando no éter do horizonte
(Lázaro Antonio)
ÚLTIMA MADRUGADA PRODUTIVA III
Microconto escrito no celular numa madrugada raivosa,e uns versos-bônus
"Temos cães que ficam de vista aberta,na esperança de conseguirem um lugar ao sol,e evitar
que a folha do abismo goteje no lombo outra agulha de dor."
Cães de vista aberta
Cílios em busca de pupilas
Meninas fiéis
LAPSO
Relâmpagos
Água de cal
Flash qualquer
Curto-circuito
de sonho
***
Sofro as consequências do efeito estufa,mas meu cérebro não reflete
os raios do sol,que o crânio não tem frestas...
***
Eu não piso em areia movediça
Pois se o eixo enferruja a roda enguiça
O bocejo é o sorriso da preguiça
Meu escudo e espada é para a liça
Gana não se confunde com cobiça
Nem tudo que provoca me atiça
(Lázaro Antonio)
"Temos cães que ficam de vista aberta,na esperança de conseguirem um lugar ao sol,e evitar
que a folha do abismo goteje no lombo outra agulha de dor."
Cães de vista aberta
Cílios em busca de pupilas
Meninas fiéis
LAPSO
Relâmpagos
Água de cal
Flash qualquer
Curto-circuito
de sonho
***
Sofro as consequências do efeito estufa,mas meu cérebro não reflete
os raios do sol,que o crânio não tem frestas...
***
Eu não piso em areia movediça
Pois se o eixo enferruja a roda enguiça
O bocejo é o sorriso da preguiça
Meu escudo e espada é para a liça
Gana não se confunde com cobiça
Nem tudo que provoca me atiça
(Lázaro Antonio)
terça-feira, 30 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
CLICK
É sestro antigo.Sempre que eu falo pra alguém de algo que vou fazer,ou participar...nada feito.Não é porque eu seja sem palavra,não,é que simplesmente aparece diante de meus olhos aquele acontecimento,luzes câmeras e atenções voltadas para mim [ou não,que falo empolgado do futuro como se fosse ao vivo.Mas aí,com meus botões,depois vejo circunstâncias minhas ou de fora que mandam pra gaveta (ou pro baú) aquele casulo de realidade.
Aí sinto aquelas 'vozinhas' murmurando:"-Pô velho,tu não dá uma dentro,hein?","cheguei tão perto...","todos foram,essa hora tão curtindo e eu que devia 'tá lá tô aqui pensando em besteira...","...e se tivesse dado certo?","...e se" isso e aquilo outro,"...e se"fulano,etc,pra tentar escapar da frustração.
Chego ao cúmulo de estranhar quando tudo vai pelos conformes.Nessas ocasiões falo pouco ou nada;aí a Natureza me respeita.Sei muito bem contar histórias,notícias e os dedos das mãos,mas vejo que sou péssimo em previsões.Por isso,de agora em diante vou admitir a possibilidade de que a galinha possa ser atropelada quando atravessar a rua,antes de fritar minha omelete.
(Lázaro Antonio)
Aí sinto aquelas 'vozinhas' murmurando:"-Pô velho,tu não dá uma dentro,hein?","cheguei tão perto...","todos foram,essa hora tão curtindo e eu que devia 'tá lá tô aqui pensando em besteira...","...e se tivesse dado certo?","...e se" isso e aquilo outro,"...e se"fulano,etc,pra tentar escapar da frustração.
Chego ao cúmulo de estranhar quando tudo vai pelos conformes.Nessas ocasiões falo pouco ou nada;aí a Natureza me respeita.Sei muito bem contar histórias,notícias e os dedos das mãos,mas vejo que sou péssimo em previsões.Por isso,de agora em diante vou admitir a possibilidade de que a galinha possa ser atropelada quando atravessar a rua,antes de fritar minha omelete.
(Lázaro Antonio)
sábado, 20 de junho de 2009
AMORTÉDIO
Para o tédio
Não há remédio
Não adianta
Pular do prédio.
Para o amor
Há um caminho
Rua de rosas
Carros de espinhos.
(Lázaro Antonio)
Não há remédio
Não adianta
Pular do prédio.
Para o amor
Há um caminho
Rua de rosas
Carros de espinhos.
(Lázaro Antonio)
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