"Quem pela vida passou em brancas nuvens
E em plácido dossel adormeceu
Quem pela vida passou e não sofreu
Não foi homem,é projeto de homem,
Que passou pela vida e não viveu."
( apud Huberto Rohden in:"Porque Sofremos")
quinta-feira, 11 de junho de 2009
No labirinto retilíneo de se descrever
Rascunhos dos cacos de um vaso que nunca caiu
Espremo o pano encharcado do que ouvi dizer
É tinta fresca a envelhecer neste barril
Lázaro Antonio
"Precisamos da disposição do guerreiro para todos os atos.Senão,ficamos fracos e feios.Não existe poder numa vida que não tenha essa disposição.Olhe para você.Tudo o perturba.É uma folha à mercê do vento,não existe poder em sua vida.O guerreiro,ao contrário,é um caçador.Calcula tudo.Isso é controle.Um guerreiro pode ser ferido,jamais ofendido."
(Carlos Castañeda.Do livro:Portas para o Infinito)
Rascunhos dos cacos de um vaso que nunca caiu
Espremo o pano encharcado do que ouvi dizer
É tinta fresca a envelhecer neste barril
Lázaro Antonio
"Precisamos da disposição do guerreiro para todos os atos.Senão,ficamos fracos e feios.Não existe poder numa vida que não tenha essa disposição.Olhe para você.Tudo o perturba.É uma folha à mercê do vento,não existe poder em sua vida.O guerreiro,ao contrário,é um caçador.Calcula tudo.Isso é controle.Um guerreiro pode ser ferido,jamais ofendido."
(Carlos Castañeda.Do livro:Portas para o Infinito)
sábado, 6 de junho de 2009
ÚLTIMA MADRUGADA PRODUTIVA-II
Aquele homem de aço
Inoxidável não é mais
Úmido sopro pra frente
Rachou-lhe os pés por detrás.
Ante a lei da gravidade
Só existe um caminho:
E o sentinela imortal
Sem torre caiu sozinho
Rodopiou,fez esforço
Mas o tumor deixou grosso
O sangue de antigamente
O chão recebe o impacto
Antes do pó, um intacto
Depois,provável semente
(Lázaro Antonio)
Inoxidável não é mais
Úmido sopro pra frente
Rachou-lhe os pés por detrás.
Ante a lei da gravidade
Só existe um caminho:
E o sentinela imortal
Sem torre caiu sozinho
Rodopiou,fez esforço
Mas o tumor deixou grosso
O sangue de antigamente
O chão recebe o impacto
Antes do pó, um intacto
Depois,provável semente
(Lázaro Antonio)
sábado, 21 de março de 2009
ESTOU PROCURANDO
Estou procurando
Aquilo que está debaixo do meu nariz
Tateando sem perceber,por um triz
O mais imperceptivelmente impossível
Estou procurando
Aquilo que acho que não acho
Na angústia da minha busca
Só o inesperado me consola
A resposta para minhas perguntas
Move minhas juntas para um lugar qualquer
Onde me encontro,no momento
É só o que quero saber.
Aquilo que está debaixo do meu nariz
Tateando sem perceber,por um triz
O mais imperceptivelmente impossível
Estou procurando
Aquilo que acho que não acho
Na angústia da minha busca
Só o inesperado me consola
A resposta para minhas perguntas
Move minhas juntas para um lugar qualquer
Onde me encontro,no momento
É só o que quero saber.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
ÚLTIMA MADRUGADA PRODUTIVA-I
Digo apenas de mim
O que se pode esperar
Dentro da órbita quem
trairá o sol?
Meu frio não é sereno
É medido
Qual terra sem dono
Invadido
Para queda livre eu vou
De onde,
Não
[importa é chegar
O que se pode esperar
Dentro da órbita quem
trairá o sol?
Meu frio não é sereno
É medido
Qual terra sem dono
Invadido
Para queda livre eu vou
De onde,
Não
[importa é chegar
Assinar:
Postagens (Atom)